
O Djembê é um tambor extremamente popular na África, especialmente no Senegal e Guiné Bissau, e sua origem está na formação histórica do islamismo na África Negra. Sua forma retratada no desenho de um cálice assemelha-se a antigos tambores árabes de cerâmica ou metal. Dele, ecoam ritmos de guerra, de morte, de nascimento, de plantação, de invocação de crianças, numa variedade de toques que influenciou sobremaneira a percussão brasileira, sendo afinado à frio ao contrário dos tambores do jongo, por exemplo.
Mas a própria África protagoniza uma experiência ímpar com o instrumento: um importante laboratório da região está utilizando um método artesanal de reciclar lixo plástico, que permitiu ao escultor Jean Marie Perdrix recriar esse instrumento sem a tradicional madeira.
Para 2000 djembês, foram recicladas 20 toneladas de lixo plástico, preservando-se cerca de 100 toneladas da madeira.
Bela iniciativa, que poderia ter a adesão e divulgação da maior expressão do mundo no instrumento, a lenda Mamadi Keita.
Mojubá!

Estarei sempre por aqui. Beijos e muitas saudades!
ResponderExcluirObrigada, queridíssima! Seja muito bem-vinda...
ResponderExcluirAndréia,
ResponderExcluireu adorei isso! Saber que pessoas estão transformando lixo em arte é sensacional! Enquanto alguns poucos, ou que aparecem pouco, tentam recriar a vida, reinventá-la, outros que aparecem muito inventam ou reinventam crises econômicas(coisa mais ultrapassada) mas,fazer o quê...